Corações de encontros

Os primeiros 'Corações solitários' O primeiro anúncio de classificados de relacionamentos de que se tem notícia data de 19 de julho de 1695, na publicação 'A Collection for Improvement of ... Encontros da Imagem, with more than thirty years of existence, is a non-profit cultural association that promotes annually an International Photography and Visual Arts Festival in the city of Braga, Portugal. ... Estefânia R. de Almeida - Gallery Owner Adorna Corações. Estefânia R. de Almeida is since 2003, Artistic Director of gallery ... Despertos que vagam no seio da noite, quatro ou cinco ou seis bilhões ou mais, é tempo de estarmos juntos. Notívagos, estressados que não adormecem, sensíveis que despertam ao menor barulho no interior de suas cabeças, almas boas oprimidas pela marcha barulhenta do ódio gratuito e diário, sob as botas pesadas da inveja e o calcanhar rachado da burrice, já passa da hora de nos unirmos. Alguns sites de encontros amorosos prometem juntar os corações mais solitários de forma grátis.Se é um desses corações não perde nada em espreitar estes sites de encontros amorosos grátis.Quase tudo se pode encontrar na internet, incluindo o amor. Datanta. No Datanta encontra pessoas de todos os cantos do mundo. Só em Portugal são mais de 70 mil pessoas inscritas. Site e Aplicativo de relacionamento, sexo casual, namoro grátis e contatos de mulheres e homens em Três Corações, Minas Gerais Homem entre 18 a 25 anos e mais...' Sou bem humorado', Homem entre 18 a 25 anos Três Corações A Leitura Crítica de Portefólios, constitui um momento importante do festival. Através da submissão da candidatura ao prémio Emergentes 2020 - International Photography Award Encontros da Imagem, artistas nacionais e internacionais, tem a possibilidade se selecionados de poder mostrar os seus trabalhos presencialmente, a um conjunto de críticos internacionais. A próxima prece vai ser ligeiramente diferente de todas as orações inicias para encontros católicos, pois ela tem como objetivo pedir a benção e a ajuda de Deus num relacionamento. É uma prece para todos aqueles casais que se juntam na esperança de terem um belo futuro juntos. Adorna Corações O Adorna Corações. Espaço misto de fotografia e joalharia contemporânea, foi fundado em 2001 (dando seguimento ao 1º projecto o “Caso do colar” ), desde então localizado na Rua Miguel Bombarda no centro do Porto. Adorna Corações é dirigido por Estefânia R. de Almeida, responsável pela programação artística no âmbito das exposições da Bombarte ... Conheça um homem de Três Corações em Getmale, o site de encontros grátis em Três Corações O Facebook apresentou nesta semana o Dating, seu aplicativo de paquera e encontros integrado à rede social. A ideia é fazer frente a outras soluções mais consagradas; e os alvos são óbvios ...

Vácuo após o Primeiro encontro

2020.09.15 01:43 XimiraGelo Vácuo após o Primeiro encontro

Comecei a conversar com uma mulher a 1 mês, e logo descobri que ambos temos gostos muito parecidos (futebol, filmes, séries, etc). A conversa estava fluindo muito bem, já estávamos trocando mensagens mais carinhosas (corações, beijos, elogios), então chamei ela para sair e ela sem hesitar já aceitou. Levei ela para jantar no sábado, e foi muito legal, conversamos bastante, ela deu risada e parecia estar bem confortável comigo. Porém, no final do encontro, vacilei e não fiz nada, apenas demos um abraço e beijo no rosto e deixei ela em casa. Na hora que fiz isso, já me arrependi, pois acho que ela estava esperando pelo menos um beijo. No dia seguinte (domingo), questionei se ela tinha gostado do encontro e ela falou que tinha gostado bastante. Conversamos durante o dia todo (domingo), até mencionei sobre um possível segundo encontro, e ela confirmou que iria rolar. Mas, depois da conversa no domingo, ela parou de me responder. Dei bom dia para ela na Segunda-feira, ela visualizou mas não falou mais nada. Umas 12 horas após ela não ter me respondido, mandei nova mensagem questionando o motivo do vácuo, inclusive comentei sobre o fato de eu não ter beijado ela, e pedi desculpas, mas novamente ela apenas leu e não respondeu nada. Estou em dúvida sobre o que faço agora ? Não quero ficar mandando mensagem para ela e continuar sendo ignorado, fazendo papel de grudento, mas também não quero simplesmente desistir, pois foi sem nenhuma explicação, e estávamos muito bem.
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2020.08.27 05:07 altovaliriano A espada é o reino?

Um dos argumentos da teoria Blackfyre consiste no fato de que, no rascunho do 2º capítulo de Tyrion em A Dança dos Dragões, lido em público por GRRM (supostamente em 2005), havia uma alusão à espada Fogonegro (Blackfyre) estar dentro do baú com que Illyrio presenteia “Jovem Griff”.
É praticamente uma subteoria, pois, mesmo no rascunho, o modo como a observação é colocada é muito sutil. Um leitor normal pode até achar que os adeptos da subteoria estão procurando pelo em ovo
Vamos ao texto do rascunho:
"Illyrio diz que quer dar a Jovem Griff suas bênçãos e tem um presente para ele no baú. Haldon diz a ele que a liteira não conseguirá chegar a tempo. Illyrio fica bravo e diz que há coisas que Griff deve saber.
[...]
Haldon olha para Tyrion e então começa a falar em outro idioma. Tyrion não sabe dizer o que é, mas acha que deve ser em volantino. Ele capta algumas palavras que se aproximam do Alto Valiriano. As palavras que ele captura são: rainha, dragão e espada."
Bem ardiloso, não? Como sabemos, esta passagem não chegou ao texto final. O encontro com Haldon passou para o 3º capítulo de Tyrion, mas não houve qualquer menção sobre uma espada no baú. Porém, o texto deixa implícito que o conteúdo dos baús é algo que desperta suspeitas em Tyrion.
Tem um presente para o garoto em um dos baús. Um pouco de gengibre caramelizado. Ele sempre adorou isso. – Illyrio soou estranhamente triste. – Pensei que poderia continuar com vocês até Ghoyan Drohe. Uma festa de despedida antes de começarem a descer o rio…
[...]
Estes baús que trouxemos para vocês – disse o anão enquanto mastigavam. – Ouro para a Companhia Dourada, pensei primeiramente, até ver Sor Rolly carregando-os em um ombro. Se estivessem cheios de moedas, não poderiam ser levantados com tanta facilidade.
São apenas armaduras – Pato disse, com um encolher de ombros.
E roupas também – Haldon interrompeu. – Roupas da corte, para todo o nosso grupo. Finas lãs, veludos, capas de seda. Ninguém quer chegar diante da rainha parecendo um mendigo... nem de mãos vazias. O Magíster foi gentil o suficiente para nos providenciar presentes adequados.
(ADWD, Tyrion III)
Especula-se que Martin tenha feito muitos cortes nesse material, porque tornou o verdadeiro parentesco de Aegon muito óbvio. E, de fato, à época da leitura a menção a uma espada poderia passar completamente despercebida, haja vista que a espada Blackfyre não havia sido mencionada até então.
Como assim não havia menção à Blackfyre em 2005?”, você pode estar se perguntando. “A Espada Juramentada havia sido lançada em 2003, dois anos antes”. Bem, o problema é que, hoje, as pessoas olham para a data da postagem do rascunho no Forum of Ice And Fire como se fosse a data em que GRRM fez a leitura do texto. Entretanto, a data do post (06/11/2005) é a data de fundação do próprio forúm.
A leitura do capítulo, na verdade, ocorreu durante a 60ª Worldcon em San Jose, nos Estados Unidos (apelidada de ‘Conjose’) em 30 de agosto de 2002. Nesta época, não havia qualquer menção a Fogonegro nos livros, muito embora as Rebeliões Blackfyre já fossem mencionadas em A Tormenta de Espadas.
A primeira menção à espada só ocorreu um ano mais tarde (2003), com o lançamento de A Espada Juramentada. Muito possivelmente foi a quantidade de informação que GRRM despejou neste conto que fez com que ele sentisse a necessidade de refazer o capítulo lido em 2002. Afinal, Fogonegro não é mencionada em momento algum de O Festim dos Corvos.
Entretanto, desde sua primeira menção canônica ficara evidente de que a importância de Fogonegro extrapolava o fato de ser uma espada antiga de aço valiriano. Durante as Rebeliões Blackfyre a espada se tornou um token de legitimidade de Daemon Blackfyre (cujo sobrenome fora extraído da espada). Para seus seguidores, a entrega da espada a Daemon tinha mais significado do que Aegon IV nunca ter realmente se oposto a que Daeron o sucedesse:
Sim, meu senhor. Só que... o Rei Daeron era um bom homem. Por que escolheu Daemon?
[…] Você me pergunta por quê? Porque Daemon era o melhor homem. O velho rei viu isso também. Ele deu a espada a Daemon. Blackfyre, a espada de Aegon, o Conquistador, a lâmina que todo rei Targaryen empunhou desde a Conquista... ele colocou a espada na mão de Daemon, no dia em que o sagrou cavaleiro, um garoto de doze anos.
(A Espada Juramentada)
Mais personagens vinculam legitimidade à espada em O Cavaleiro Misterioso.
Portanto, muitos leitores concluem que, mesmo com a mudança no texto feita por GRRM, Illyrio Mopatis haveria adquirido Fogonegro e a teria escondido nos baús com que presenteou Aegon logo no começo de A Dança dos Dragões. Especulam que, agora que Aegon desembarcou nas Terras da Tempestade, caso o garoto seja visto portando a espada em questão, sua aparente legitimidade como filho de Rhaegar se fortalecerá.
De fato, eu penso que a queda de Ponta Tempestade (TWOW, Arianne II) possa até ter sido uma simples rendição ocorrida depois que Aegon apresentou-se ao lado de Connington empunhando a espada do conquistador. A convergência de tantos símbolos podem realmente exercer um grande apelo em corações mais legalistas, como o de Mathis Rowan.
Mas não são todos que se deixam convencer por estes símbolos. Mesmo durante as Rebeliões haviam legalistas que relativizavam a entrega da espada, muito provavelmente tendo em mente os argumentos semelhantes aos de Maekar (pai de Egg):
– Meu pai diz que foi porque Daemon era um espadachim, e Daeron nunca foi – Egg comentou. – Por que dar um cavalo para um homem que não sabe cavalgar? A espada não era o reino, ele diz.
(A Espada Juramentada)
Assim, o simples porte da espada pode até convencer alguns, mas não tem em si o potencial para fechar a questão. Em verdade, o que me causa mais estranheza é o fato de que muitos leitores adeptos a esta subteoria esquecerem que o último paradeiro conhecido de Fogonegro foi em Essos, nas mãos de ninguém menos que Aegor Rivers, o Açoamargo.
Será que ninguém se questionará como um espada que estava em posse dos Blackfyre foi parar nas mãos do suposto filho de Rhaegar retornado dos mortos? Ou será que Maekar estava errado e a espada é o reino?
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2020.08.26 13:37 julx22 Minha amiga quer ser mais que uma amiga...

Gente, bom dia...
Lá vai um texto gigante. Quem não quiser ler, pode ir para o final e pegar o resumão.
Embora muitos vão dizer que isso aqui é reclamar de barriga cheia, isso está me angustiando bastante... Eu tenho uma amiga. Uma BOA amiga com quem eu tenho bastante intimidade. Assistimos filmes grudados, nos abraçamos, trocamos carinho, palavras de conforto, deitamos na mesma cama, etc. E embora eu gostasse de tudo isso por si só, já que não sinto atração sexual nem por ela, nem por ninguém, deixei levar como uma amizade. E assim continuou até pouco tempo atrás.
Tenho percebido diversos sinais de que ela gosta de mim de outro jeito. Rolaram uns flertes aqui e ali, umas caras coradas, uns corações no texto e uns tweets descarados por parte dela que me deixaram todo sem jeito, pois pareciam muito direcionados a mim e sempre ocorriam depois de nossos encontros. Sempre algo do tipo: como certa pessoa me faz feliz e uns posts reclamando da friendzone. Muitos rapazes vão achar graça que sou um homem dando friendzone numa mulher, mas devo advertí-los que isso é algo bastante chato de se fazer e que me causa bastante angústia.
Meus amigos me recomendaram que eu me declarasse para ela, pedindo ela finalmente em namoro. Sim, o que eles dizem faz sentido: eu gosto dela, conheço ela, sei que ela gosta de mim e tenho quase certeza do 'sim'. Mas a questão é: se me sinto completamente satisfeito nessa amizade do jeito que ela está, por que é que eu arriscaria um namoro? Em time vencedor não se mexe! A resposta deles foi a seguinte: "Se ela não te tornar seu namorado, tornará outro cara. E nisso sua linda amizade vai desmoronar rapidamente.". Novamente concordo com a afirmação deles. Mas será que eu me declarar apenas por medo é uma resposta adequada? Não por amor, mas por medo de perder a pessoa!
Eles me dizem que um namoro seria mais interessante que uma amizade, mas eu discordo. Como amigos, somos próximos por escolha. Todos os dias que decidimos ficar juntos, é uma escolha consciente, não motivada por qualquer ator externo, fato social que nos indica que, já que somos namorados, TEMOS que ficar juntos aos fins de semana e TEMOS que nos mandar bom-dia e boa-noite, e TEMOS que sair pra comer alguma coisa de vez em quando, e TEMOS que fazer isso, aquilo e aquilo outro.
Nossa relação iria mudar muito, e para pior. Quando saíamos para comer, ninguém esperava que eu fosse lá buscar ela, que pagasse pela comida de ambos e que a levasse de volta à sua casa. Éramos apenas amigos! Por que é que eu assumiria essa responsabilidade? E por que eu? Estamos em pleno 2020, por que é que sou eu quem tenho que pagar a conta e dirigir? Embora alguns (algumas) de vocês digam que nem toda mulher faz questão disso, é claro que serei comparado com os ex-namorados dela. Sim, a grande maioria foi tóxica e ciumenta, mas eram cavalheiros e faziam tudo o que eu disse acima, de acordo com as expectativas da sociedade. Se eu falhar nisso, serei necessariamente julgado pela família dela, e no pior dos casos, por ela mesma. "Será que não valho o preço do lanche que como? Que minha companhia não vale o preço da corrida de uber?". Meu amor, é claro que vale! Mas e a minha? Se eu o fizesse tudo, me pareceria que só eu aprecio esta relação e nossos encontros, o que seria péssimo para a manutenção deste nosso relacionamento...
Estou bastante angustiado com essa situação. Estou entre a cruz e a espada. Vou resumir em situações:
1- Não me declaro. Continuamos como bons amigos por anos e anos, com esta relação não sendo afetada por namoros.
2- Não me declaro. Em pouco tempo ela arruma um namorado e me joga para escanteio, o que me chatearia bastante.
3- Me declaro. Aparentemente eu me enganei nos sinais que recebi, e ela não deseja nada mais que uma amizade platônica. Isso não afeta nossa amizade.
4- Me declaro. Aparentemente eu me enganei nos sinais que recebi, e ela não deseja nada mais que uma amizade platônica. Isso abala nossa amizade. Torna as coisas estranhas.
5- Me declaro. Começamos a namorar. As expectativas sociais perante ambos de nós e o pacto de exclusividade acaba nos tornando ciumentos e ranzinzas, o que destruirá nossa relação bastante rapidamente.
  1. Me declaro. Começamos a namorar. Sendo ela uma moça fora da caixa, ela de jeito nenhum espera de mim os papeis de gênero impostos ao homem e nosso namoro segue um curso tranquilo.
  2. Independente de como nosso namoro flui, descubro que me declarei erroneamente, pois não sentia nada além de medo de perdê-la, sem amor algum.
Resumão:
Tem uma menina que gosta de mim, mas eu não sei se estou disposto a começar a namorar com ela, pois acho que isto poderia estragar a amizade linda que a gente já tem. De certo modo podemos dizer que quero apenas continuar nesta amizade meio flertante e super íntima indefinidamente, embora saiba que isso é improvável de durar muito. Não estava a fim de ter um relacionamento padrão com ela, mas tenho medo de perdê-la para algum concorrente. E agora?
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2020.06.25 16:52 nanabispo Eu sou a babaca ou era só mais um nice guy????

Não é a minha primeira vez aqui, maaas aparentemente minhas histórias não são tão empolgantes pr vcs 😒😒 Oiie Lubiz e convidados...
Vou começar com um pouco de contexto, eu sou Bailarina profissional e trabalho com uma companhia de ballet nos EUA a 2 anos mais ou menos e ainda não me adaptei com as Relationships q eles tem aqui, é tudo muito complicado hahaha Americanos não são honesto quando se trata de dates, e se perdem o interesse ou alguma coisa acontece eles só desaparecem ( Ghosting ) por isso esse termo é muito usado por eles. Eu sempre procuro ser muito honesta, pq eu odeio Ghosting e acho q é uma total falta de respeito, então sempre q tenho algum problema ouuuu perco o interesse eu sempre converso com a pessoa pr esclarecer tudo, e acredito q é muito melhor do q só desaparecer ou ignorar a pessoa. Com tudo as vezes acabo partindo alguns corações sem a intenção é claro 😅 ops Eu estava saindo com um boy q vou chamá-lo de ( Marls ), conheci ele em um app e conversamos por umas 2 semanas, até finalmente irmos no tão esperado date, fomos jogar boliche. 🎳 Ele é muito gente boa e muito bonito nós conversamos bastante. Foi um date agradável. No final do date ele me perguntou se poderia me dar um beijo e eu disse q sim ( detalhe importante) ( aparentemente beijar no primeiro date e coisa de Brasileiro) enfim peguei um uber pq ele não me deu carona 😒 e fui pr casa. Continuamos trocando mensagem, porem preciso ressaltar q como sou bailarina tenho um Schedule muito corri, trabalho de segunda a sábado e muitas vezes estou super exausta pr sair e etc... e sempre deixo isso bem claro, também não procuro relacionamento pq eu preciso fazer audições pr novas companhias todos os anos e nunca sei quanto tempo ficarei em um lugar. Obviamente eu não conto toda a história da minha vida no primeiro date. Enfim quando contei a ele q ficaria um tempo sem sair (hangout), para me concentrar nas minhas audições e apresentações, pq o ballet estava em temporada e eu não queria ficar inventando desculpas todas as vezes q ele me chamasse para sair, oq levaria um mês mais ou menos. eeeee então isso aconteceu. Eu fui a babaca por ter deixado ele me dar um beijo no primeiro encontro? Fui babaca por ter sido franca com ele a respeito de q eu ficaria ocupada por um tempo? Ooou Ele era só mais um leve nice guy de rosto bonito??
Beijos Lubiz 😍 =30 sim eu te chamo de Lubiz please fica bravo não 🙃
Os prints estão em inglês 😅😅
Eu fui a babaca ou era só mais um nice guy?
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2020.06.19 03:17 Joven_Midorya A história de uma trouxa que vai morrer sozinha

Hello luba, turma, editores e gatas que estão a ver. Hj eu vou contar minha história. Eu sou cearense, e se vc pensar em falar tia Carminha, eu te encontro e te mato, ok? Pois bem, tudo começou do começo, quando eu nasci. Eu sempre fui trouxa desde criança. Tudo o que me falavam eu acreditava. Todo ano tinha uma ilusão diferente, ou duas de uma vez. Mas em 2015, eu comecei a gostar de um guri, loiro e um ano mais velho q eu. Ele nunca me notou, mas eu tinha esperanças (falsas, inclusive). Um dia minha amiga carls chegou pra mim e perguntou:"miga, tu ainda gosta do zarls?". Eu disse:" bem, eu fico enrolando eu mesma, mas eu ainda sinto algo por ele". Poisé, típico de trouxa. Minha amiga disse q ele tava afim dela, e ela tava afim dele. Eu dei um tapinha nas costas e disse q tudo bem, afinal, se minha amiga está feliz, eu estou tbm. Eu fiquei triste, mas não chorei nem nada. Eu tinha passado quase treix anos correndo atrás dele, acho q eu tava me sentindo mais leve até. Era 2018, e eu tava no meu canto, no banco da igreja, até q chega um piá, moreno e da minha altura. Não tive muito interesse nele na hora, então só acenei com a mão e fiquei quieta, ao contrário da minha amiga karls que ficou conversando com ele e tals. Eles com o tempo ficaram bem amigos, e eu mal falava com ele, a não ser quando eles já estavam conversando. Teve um tempo que essa minha amiga sumiu por um mês, então eu não tinha com quem conversar e fui puxar assunto com o farls. A gente super se deu bem, não desgrudava um do outro, o que fazia todo mundo, inclusive minha mãe, pensar q a gente namorava escondido, sendo q era só amizade. O boato tava tão forte que até eu fiquei me perguntando se era vdd. Eu fui me apaixonando aos poucos, e ele tbm e estamos juntos até hj! Mentira. Eu gostava muito dele, mas tava com medo de estragar a amizade, q era bem forte, eu nunca tive alguém como ele na minha vida. Ele era bem especial pra mim. Mas como eu já tava cansada de enrolar, decidi me declarar de uma vez. Na época, a gente só se via na igreja, então era comum nós conversamos por papel, tipo carta mesmo, então resolvi manter o costume. Escrevi uma cantada bem clichê, era tipo assim:"nem as estrelas que se vê no céu são capazes de expressar o meu amor por ti". Pedi para minha amiga garls entregar pra ele. Ela leu antes e me disse:"finalmente né minha filha!". Ela entregou. Ele virou, me olhou, e me disse:"não entendi". O bicho é burro viu. Eu escrevi no papel:"farls, pelo amor de Deus. Será possível q só tu q não notou q eu gosto de tu? Caramba!". Depois dessa, acho q ele entendeu. Meio q depois disso a gente nem comentou no assunto, até um certo dia. Eu abri minha bolsa, q sempre tava lotada de papel escrito com as nossas conversas e papel de bombom, mas tinha uma coisa diferente. Tinha um envelope, com corações e tals. Eu abri na maior emoção e comecei a ler. Era o farls se declarando, com frases ainda mais bregas q as minhas, e eu amava isso. A partir daí, nossa amizade ficou aínda mais forte, e minhas amigas ficaravam segurando vela. A gente sempre trocava cartinhas e segurava as mãos de vez em quando. Era bem fofo. Nós com 13 anos( inclusive, meu aniversário é um dia antes do dele, portanto sou a mais velha), estavamos reunidos com uma parte do nosso grupo: eu, farls, carls e varls. Nós chegamos do nada no assunto de beijo, e eu era a única bv do grupo. Eu tinha dito q até o final do ano, eu perdia o BV. Ele disse:"é, e eu estou disposto a tentar" deu uma piscadinha e foi pra casa. Veeeeeeyyyyyyyy eu surtei. Nunca na vida q eu tinha ouvido algo do tipo. E depois disso, ele tentou muitas vezes me beijar. Eu queria, claro, mas eu tava com muita vergonha e com medo de beijar o nariz dele né luba? Ele nunca forçou nada, pelo contrário, ele sempre foi muito cavalheiro e me respeitava, mas ele ficava meio triste as vezes. Um dia ele sumiu. Fiquei sem falar com ele por um mês. Eu acabei encontrando ele na rua e ele me explicou que tinha se mudado de casa e de igreja, pq a mãe dele tem um problema na perna e não pode ficar muito tempo sem ele. Fiquei no chão, mas entendi. Depois das férias do meio do ano de junho, minha escola tinha mudado os horários, e eu ia embora de ônibus. O ponto de ônibus era em frente a uma escola, mas um dia eu tive q ir a pé, pq o ônibus tava bem atrasado. Quando eu atravessei a rua, ouvi uma voz bem familiar. Era o farls. Nós fomos juntos pra casa, fiquei bem feliz nesse dia. A gente combinou de voltar juntos todo dia, pra ficar conversando. Eu pensei em tentar beijar ele de uma vez logo mas eu não sabia se ele ainda gostava de mim ou não. Um dia, eu esperei ele pra caramba, mas ele não saiu da escola. Eu fui lá dentro com minha amiga infiltrada, e vi ele com as amigas dele. Eu tentei falar com ele, mas ele me ignorava. Quando ele perguntava o q eu queria, eu falava e ele não respondia. Ele me pediu pra deixar ele em paz. Eu gritei na rua, tipo a Carminha da Avenida Brasil gritando INFEEEENOOO. Eu chorei na rua, chorei no chuveiro, chorei na cama. Eu nunca chorei tanto. Minhas amigas, aquelas bestas quadradas, ficaram enchendo minha cabeça de minhocas, dizendo q ele era gay, q ele tava com outra mina e tals. No dia seguinte, eu cheguei morrendo na escola, e meu amigo pra me consolar, me deu um tapinha nas costas e disse;"que pena ein". Bem, no final de setembro de 2019 eu comecei a gostar desse muleke, mas ele namora. Mano, foi quase um ano dando indireta pra ele. Ele só percebeu quando eu falei pra ele esse ano. Eu vendo umas lembrancinha, canecas e coisas de gráfica e ele é meu fiel cliente. Eu convenci ele a comprar uma caixa pra namorada dele. Eu não sei pq. Meio chato eu ver as fotos deles juntos, mas ok. Agora eu tô Aki de quarentena, sofrendo de falta de afeto, em posição fetal, chorando, da maneira que vim ao mundo. Psé, essa foi minha pequena história, tô quase chorando escrevendo isso. Mas pelo menos não sou a única a morrer sozinha né Obg pela atenção, e bye
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2020.01.06 19:32 lovepredow Nostalgia

Nostalgia é um sentimento traiçoeiro. Digo, talvez o conforto de revisitar boas memórias traga algum tipo de satisfação, ou revisitar um sentimento passado seja, de alguma forma, libertador, porém, também é possível que a agonia de nunca poder sentir aquilo de novo seja profundamente desconcertante, para aqueles que não lidam muito bem com isso. Mas a sensação de te ver passar pelos meus olhos é sempre uma avalanche. Sua presença sempre me faz afogar na paixão que eu sentia nos tempos passados. Um pouco antes de você se tornar uma mulher, e bem depois de você esperar pelo caminhão das flores. Não importa quanto tempo se passe desde que seguramos nossas mãos pela primeira vez, não importa quais outras paixões perfuraram nossos corações nos dolorosos hiatos entre nossos encontros, olhar por trás do vidro que cobre o castanho dos seus olhos, parecidos com os meus, mas com um encanto que eu nunca terei a audácia de procurar em outro alguém, sempre me trará de volta a paixão inocente que me fazia levantar pelas manhãs, e trazia um propósito aos meus dias, mesmo que aquilo estivesse só na minha cabeça. Não canso de me hipnotizar na dança de seus olhos, enquanto você me conta com empolgação tudo o que fez enquanto estávamos distantes. Você olha para os lados quando diz algo que te orgulha, e reflete minhas risadas quando percebe que estou profundamente imerso e apaixonado pela mulher que você é, e vem se tornado. Pra mim seu sorriso, talvez não sorriso, mas sua risada, sempre será a risada da menina por quem me apaixonei, mas agora, além disso, também é a risada da mulher que eu aparentemente estou conhecendo de novo! Talvez a mais pura forma de amor, pelo menos, a mais pura que alguém como eu seja capaz de sentir, é a inocente admiração por uma pessoa que te mostrou sentimentos únicos, uma mulher com sorriso de menina, uma menina com ambições de mulher, mas, independentemente, minha amiga, minha amada, a primeira mão que segurou a minha, o primeiro coração que roubou o meu, o primeiro sorriso que me faz querer revisitar tempos em que eu sofria apenas para estar com você, tempos em que uma interação sua era suficiente para acelerar meu coração. Um coração que sempre aquece quando te vê, que sempre acelera quando sente que vai ter que se despedir de você, e que sempre anseia pelo nosso próximo encontro, quando o castanho de nossos olhos se cruzarem de novo, quando nossas risadas estiverem em sincronia mais uma vez, ele estará aqui, aguardando você, como uma menina aguarda as flores, como uma paixão aguarda um fim, sempre.
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2019.07.09 16:18 PaoEnxadrista Turbilhão, por E. Galvão.

Iniciarei esta narrativa com dois pedidos e uma observação.
  1. Que escrevam, em minha epígrafe:
"Escalei do fundo do abismo ao topo do céu... e saltei."
2. Que não se incomodem pelo meu modo de falar. Falo assim por nojo ao linguajar corrente. Este dialeto imundo que hoje falamos só serve aos corações selvagens, simples e diretos; e, eu, apesar de também ser besta atroz, sou, ao mesmo tempo, incorrigivelmente humano. Portanto, não reclame dos meus devaneios. Minhas artérias são sinuosas e só a nata do português é capaz das manobras e curvas necessárias para chegar ao imo desta quimera que vos escreve.
\ E, se me acusarem de faltar com a sinceridade, dane-se. Enfadei-me dela. Ela matou meus sonhos e minha vontade, nunca cessou derrubar os poucos pilares de autoconhecimento que eu ergui – ou ao menos que julguei erguer. Não a largo de mão, não consigo. Porém, é possível maquiá-la. Tanto faz. Se você quiser acreditar que tudo aqui não passa de um grande acesso de vaidade – e que estou sedento por aplausos – vá lá. Não está de todo errado. Mas, tenho a consciência limpa: aqui não há mentiras, apenas verdades belas.*

Creio, sinceramente, que nossa época será lembrada como a era das torrentes, arrastando o homem para sabe qual precipício, ou afogando-o na espiral feroz de um redemoinho qualquer. Todos sofrerão, singularmente a minha casta, a dos influenciáveis. Estes sofrerão o dobro, o triplo.
É uma época irônica e cruel: dá aos homens um vasto vislumbre de tudo aquilo que eles podem se tornar e, eles, deslumbrados, escolhem enveredar à esquerda, depois à direta e, em seguida, um outro ângulo; constantemente mudando o rumo da própria jornada, sempre distantes do fim. Pode-se julgar que uma vida assim, cheia de perspectivas, é alegre - mas, na verdade, é uma confusão. Diariamente alvejados pela publicidade de pelo menos dez caminhos diferentes do que seguem, são seduzidos por um novo rumo a cada hora. Andamos para tantas direções que acabamos no mesmo lugar.
Passei toda minha vida engaiolado neste paradoxo. Planei sobre todos os temas que passaram diante de minhas pupilas, sem nunca mergulhar de fato em nenhum. Sobre tudo tive uma ideia, e de nada obtive ciência. Vivi nas superfícies. Acredito que todos esses anos no olho do furacão da leitura enterraram minhas tendências naturais e, por isso, farei uma viagem ao meu passado e uma excursão às cavernas do meu espírito. No momento e condições que me encontro, é a única coisa significativa que ainda posso fazer neste plano.
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2019.06.07 03:10 blosson77 Introdução de uma história pretensiosa que estou escrevendo.


Iniciarei esta narrativa com dois pedidos e uma observação.

  1. Que escrevam, em minha epígrafe:
"Escalei do fundo do abismo ao topo do céu... e saltei."

2. Que não se incomodem pelo meu modo de falar. Falo assim por nojo ao linguajar corrente. Este dialeto imundo que hoje falamos só serve aos corações selvagens, simples e diretos; e, eu, apesar de não deixar de ser uma besta atroz, também sou, ao mesmo tempo, incorrigivelmente humano. Portanto, não reclame dos meus devaneios. Minhas artérias são sinuosas e só a nata do português é capaz das manobras e curvas necessárias para chegar ao imo desta quimera que vos escreve.

\ E, se me acusarem de faltar com a sinceridade, dane-se. Enfadei-me dela. Ela matou meus sonhos e minha vontade, nunca cessou derrubar os poucos pilares de autoconhecimento que eu julguei ter erigido. Não a largo de mão, não consigo. Porém, é possível maquia-la. De qualquer forma, se você quiser acreditar que tudo aqui não passa de um grande acesso de vaidade, e que sou um sedento por aplausos, vá lá. Não está de todo errado. Mas, tenho a consciência limpa: aqui não há mentiras, apenas verdades belas.*

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TURBILHÃO
Creio, sinceramente, que nossa época será lembrada como a era das torrentes, arrastando o homem para sabe qual precipício, ou afogando-o na espiral feroz de um redemoinho qualquer. Todos sofrerão, singularmente a minha casta, a dos influenciáveis. Estes sofrerão o dobro, o triplo.

É uma época irônica e cruel: da aos homens um vasto vislumbre de tudo aquilo que eles podem se tornar e, eles, deslumbrados, escolhem enveredar por um caminho, depois outro e, em seguida, um novo; constantemente mudando o rumo da própria jornada, sempre distantes do fim. Pode-se julgar que uma vida assim, cheia de perspectivas, é alegre - mas, na verdade, é uma confusão. Diariamente alvejados pela publicidade de pelo menos dez caminhos diferentes do que seguem, são seduzidos por um novo rumo a cada hora. O mesmo sucede ao novo destino, que também tem data para ser ofuscado por outra novidade.

Passei toda minha vida engaiolado neste paradoxo. Planei sobre todos os temas que passaram por minhas pupilas, sem nunca mergulhar de fato em nenhum. Sobre tudo tive uma ideia, e de nada obtive ciência. Vivi nas superfícies. Acredito que todos esses anos no olho do furacão informacional enterraram minhas tendências naturais e, por isso, farei uma viagem ao meu passado e uma excursão às cavernas do meu espírito. No momento e condições que me encontro, é a única coisa significativa que ainda posso fazer neste plano.
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2018.07.02 04:15 thiagogamer765 RAINHA MARIA PADILHA

SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO AMOR QUE VOCÊ SENTE POR ELa, NÃO FAÇA ESSA ORAÇÃO,POIS ELA NUNCA MAIS TE ABANDONARÁ, NUNCA MAIS SAIRÁ DO SEU PÉ E TE AMARÁ PELO RESTO DOS SEUS DIAS...
. Faça e verá o que acontece, oração poderosa para amarrar a Pessoa Amada. Em 10 minutos após publicar a pessoa vai te ligar, troque as iniciais entre parênteses. importante ter Fé. RAINHA MARIA PADILHA que (dcmc)nesse momento esteja pensando em mim e querendo a todo custo estar ao meu lado, querendo me ver, me abraçar e me beijar, que sua boca sinta muita vontade de me beijar e que sua mente só tenha a minha presença.
Que (dcmc) me procure ainda hoje, AGORA me chamando para ficar ao seu lado e dizendo que me ama e que tomou a decisão certa e definitiva. Assim seja! Minha Rainha Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, peço assim: vá onde (dcmc) esta e faça com que ela não descanse enquanto não falar comigo, pelos poderes da terra, pela a presença do fogo, pela inspiração do ar, pelas virtudes das águas, invoco as 13 almas Benditas. Pela força dos corações sagrados e das lágrimas derramadas por amor, para que se dirija onde (dcmc) estiver me dê muito amor, carinho e queira ficar COMIGO PRA
SEMPRE. Que (dcmc) jamais deseje outra pessoa QUE NÃO SEJA EU, e que ela tenha olhos só para mim.
Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, te peço assim: Gira, vai mulher gira, gira ao meu favor, gira ao meu favor e traga(dcmc) pra mim. E pedindo assim: Ar move, fogo transforma, água forma, terra cura, e vai girando, e a roda vai girando, vai trazer para mim(dcmc)de volta o mais rápido possível, louca e muita apaixonada, que dessa vez ela volte definitivamente pros meus braços. Que(dcmc) ame somente a mim e me faça muito feliz. Que seja carinhosa comigo, que não consiga olhar para nenhum outro homem que não seja eu. Que se sinta bem somente ao meu lado, que sinta minha falta e venha ao meu Encontro, e me peça para que eu nunca a abandone. Que (dcmc)
queira ficar comigo PRA SEMPRE. Assim seja, assim será, assim está feito. Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Salve Sete Saias, Salve suas irmãs, Maria Padilha, Arrepiada e todas as outras da Falange.
Salvem! Sete Saias, minha boa e gloriosa princesa, conheço a tua força e o teu poder, te peço atenda o meu pedido. Que (dcmc) não durma e não descanse se não tiver a certeza que estamos juntos, que o corpo de (dcmc) queime de desejo por mim. Que (dcmc) fique cega para outros homens que ela não consiga ver ninguém como homem, que outros homens nunca consigam chamar a atenção dela, somente eu terei esse poder. Que(dcmc) não consiga nunca ter desejo e nem fazer sexo com NENHUMA
outro HOMEM QUE NÃO SEJA EU. Que (dcmc) me assuma de vez em seu coração. Faça Maria Padilha Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas com que(dcmc) sinta-se bem só de ouvir minha voz E QUE ELA
ME DESEJE PRA SEMPRE. Que (dcmc) sinta por mim um desejo fora do normal como nunca sentiu por ninguém e nunca sentirá. Pelos Sete Exus que acompanham seus passos, rogo e suplico que amarre (dcmc) nos Sete nós de sua saia, e nos Sete guizos de sua roupa, somente para mim(HJAS) Agradeço por estar trabalhando ao meu favor e vou divulgar seu nome em troca desse pedido minha gloriosa Pomba Gira. Maria Padilha traga (dcmc) para mim hoje, agora e sempre fazendo com que elA se torne minha definitivamente. Ainda que (dcmc) resista, que com seu poder coração. Confio no poder das Falanges da Maria Padilha, Rainha das Sete Encruzilhadas! sopre o meu nome no ouvido dela(dcmc.) para que ela me procure hoje. Que (dcmc) não consiga parar de pensar em mim, não consiga ficar longe de mim, pois terá medo de me perder. Que venha, feito uma cobra rastejante, humilde e mansa, que venha dizendo que me quer sempre ao seu lado, assim possamos ter um bom convívio. Assim seja e assim será! Eu profetizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que (dcmc) vai vir correndo atrás de mim AGORA!, louca e apaixonada, o mais rápido possível pedindo para ficar comigo PRA SEMPRE, pois somente minha boca terás vontade e prazer de beijar, (dcmc) você vai me assumir de vez em seu Pomba Gira, Rainha das Sete Encruzilhadas, cada vez que for lida essa oração, mais forte ela se fará, estarei publicando esta oração como oferenda, pedindo que me conceda o pedido de fazer com que (dcmc) fique para sempre comigo. Sei que os Espíritos da Falange da Pomba Gira já estão soprando o meu nome no ouvido de (dcmc), e ela não conseguirá fazer MAIS nada ENQUANTO não VIER falar comigo. Confio no poder das Sete Encruzilhadas, e vou continuar divulgando essa oração poderosa por sete dias. Que assim seja assim será e assim está feito.SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO AMOR QUE VOCÊ SENTE POR ELA, NÃO FAÇA ESSA ORAÇÃO, POIS ELE NUNCA MAIS TE ABANDONARÁ, NUNCA
MAIS SAIRÁ DO SEU PÉ E TE AMARÁ PRA SEMPRE
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2018.06.30 03:21 thiagogamer765 RAINHA MARIA PADILHA

SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO AMOR QUE VOCÊ SENTE POR ELa, NÃO FAÇA ESSA ORAÇÃO,POIS ELA NUNCA MAIS TE ABANDONARÁ, NUNCA MAIS SAIRÁ DO SEU PÉ E TE AMARÁ PELO RESTO DOS SEUS DIAS...
. Faça e verá o que acontece, oração poderosa para amarrar a Pessoa Amada. Em 10 minutos após publicar a pessoa vai te ligar, troque as iniciais entre parênteses. importante ter Fé. RAINHA MARIA PADILHA que (dcmc)nesse momento esteja pensando em mim e querendo a todo custo estar ao meu lado, querendo me ver, me abraçar e me beijar, que sua boca sinta muita vontade de me beijar e que sua mente só tenha a minha presença.
Que (dcmc) me procure ainda hoje, AGORA me chamando para ficar ao seu lado e dizendo que me ama e que tomou a decisão certa e definitiva. Assim seja! Minha Rainha Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, peço assim: vá onde (dcmc) esta e faça com que ela não descanse enquanto não falar comigo, pelos poderes da terra, pela a presença do fogo, pela inspiração do ar, pelas virtudes das águas, invoco as 13 almas Benditas. Pela força dos corações sagrados e das lágrimas derramadas por amor, para que se dirija onde (dcmc) estiver me dê muito amor, carinho e queira ficar COMIGO PRA
SEMPRE. Que (dcmc) jamais deseje outra pessoa QUE NÃO SEJA EU, e que ela tenha olhos só para mim.
Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, te peço assim: Gira, vai mulher gira, gira ao meu favor, gira ao meu favor e traga(dcmc) pra mim. E pedindo assim: Ar move, fogo transforma, água forma, terra cura, e vai girando, e a roda vai girando, vai trazer para mim(dcmc)de volta o mais rápido possível, louca e muita apaixonada, que dessa vez ela volte definitivamente pros meus braços. Que(dcmc) ame somente a mim e me faça muito feliz. Que seja carinhosa comigo, que não consiga olhar para nenhum outro homem que não seja eu. Que se sinta bem somente ao meu lado, que sinta minha falta e venha ao meu Encontro, e me peça para que eu nunca a abandone. Que (dcmc)
queira ficar comigo PRA SEMPRE. Assim seja, assim será, assim está feito. Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Salve Sete Saias, Salve suas irmãs, Maria Padilha, Arrepiada e todas as outras da Falange.
Salvem! Sete Saias, minha boa e gloriosa princesa, conheço a tua força e o teu poder, te peço atenda o meu pedido. Que (dcmc) não durma e não descanse se não tiver a certeza que estamos juntos, que o corpo de (dcmc) queime de desejo por mim. Que (dcmc) fique cega para outros homens que ela não consiga ver ninguém como homem, que outros homens nunca consigam chamar a atenção dela, somente eu terei esse poder. Que(dcmc) não consiga nunca ter desejo e nem fazer sexo com NENHUMA
outro HOMEM QUE NÃO SEJA EU. Que (dcmc) me assuma de vez em seu coração. Faça Maria Padilha Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas com que(dcmc) sinta-se bem só de ouvir minha voz E QUE ELA
ME DESEJE PRA SEMPRE. Que (dcmc) sinta por mim um desejo fora do normal como nunca sentiu por ninguém e nunca sentirá. Pelos Sete Exus que acompanham seus passos, rogo e suplico que amarre (dcmc) nos Sete nós de sua saia, e nos Sete guizos de sua roupa, somente para mim(HJAS) Agradeço por estar trabalhando ao meu favor e vou divulgar seu nome em troca desse pedido minha gloriosa Pomba Gira. Maria Padilha traga (dcmc) para mim hoje, agora e sempre fazendo com que elA se torne minha definitivamente. Ainda que (dcmc) resista, que com seu poder coração. Confio no poder das Falanges da Maria Padilha, Rainha das Sete Encruzilhadas! sopre o meu nome no ouvido dela(dcmc.) para que ela me procure hoje. Que (dcmc) não consiga parar de pensar em mim, não consiga ficar longe de mim, pois terá medo de me perder. Que venha, feito uma cobra rastejante, humilde e mansa, que venha dizendo que me quer sempre ao seu lado, assim possamos ter um bom convívio. Assim seja e assim será! Eu profetizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que (dcmc) vai vir correndo atrás de mim AGORA!, louca e apaixonada, o mais rápido possível pedindo para ficar comigo PRA SEMPRE, pois somente minha boca terás vontade e prazer de beijar, (dcmc) você vai me assumir de vez em seu Pomba Gira, Rainha das Sete Encruzilhadas, cada vez que for lida essa oração, mais forte ela se fará, estarei publicando esta oração como oferenda, pedindo que me conceda o pedido de fazer com que (dcmc) fique para sempre comigo. Sei que os Espíritos da Falange da Pomba Gira já estão soprando o meu nome no ouvido de (dcmc), e ela não conseguirá fazer MAIS nada ENQUANTO não VIER falar comigo. Confio no poder das Sete Encruzilhadas, e vou continuar divulgando essa oração poderosa por sete dias. Que assim seja assim será e assim está feito.SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO AMOR QUE VOCÊ SENTE POR ELA, NÃO FAÇA ESSA ORAÇÃO, POIS ELE NUNCA MAIS TE ABANDONARÁ, NUNCA
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2018.06.30 03:19 thiagogamer765 RAINHA MARIA PADILHA

SE VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO AMOR QUE VOCÊ SENTE POR ELa, NÃO FAÇA ESSA ORAÇÃO,POIS ELA NUNCA MAIS TE ABANDONARÁ, NUNCA MAIS SAIRÁ DO SEU PÉ E TE AMARÁ PELO RESTO DOS SEUS DIAS...
. Faça e verá o que acontece, oração poderosa para amarrar a Pessoa Amada. Em 10 minutos após publicar a pessoa vai te ligar, troque as iniciais entre parênteses. importante ter Fé. RAINHA MARIA PADILHA que (dcmc)nesse momento esteja pensando em mim e querendo a todo custo estar ao meu lado, querendo me ver, me abraçar e me beijar, que sua boca sinta muita vontade de me beijar e que sua mente só tenha a minha presença.
Que (dcmc) me procure ainda hoje, AGORA me chamando para ficar ao seu lado e dizendo que me ama e que tomou a decisão certa e definitiva. Assim seja! Minha Rainha Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, peço assim: vá onde (dcmc) esta e faça com que ela não descanse enquanto não falar comigo, pelos poderes da terra, pela a presença do fogo, pela inspiração do ar, pelas virtudes das águas, invoco as 13 almas Benditas. Pela força dos corações sagrados e das lágrimas derramadas por amor, para que se dirija onde (dcmc) estiver me dê muito amor, carinho e queira ficar COMIGO PRA
SEMPRE. Que (dcmc) jamais deseje outra pessoa QUE NÃO SEJA EU, e que ela tenha olhos só para mim.
Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas, te peço assim: Gira, vai mulher gira, gira ao meu favor, gira ao meu favor e traga(dcmc) pra mim. E pedindo assim: Ar move, fogo transforma, água forma, terra cura, e vai girando, e a roda vai girando, vai trazer para mim(dcmc)de volta o mais rápido possível, louca e muita apaixonada, que dessa vez ela volte definitivamente pros meus braços. Que(dcmc) ame somente a mim e me faça muito feliz. Que seja carinhosa comigo, que não consiga olhar para nenhum outro homem que não seja eu. Que se sinta bem somente ao meu lado, que sinta minha falta e venha ao meu Encontro, e me peça para que eu nunca a abandone. Que (dcmc)
queira ficar comigo PRA SEMPRE. Assim seja, assim será, assim está feito. Salve Pomba Gira Maria Mulambo, Salve Sete Saias, Salve suas irmãs, Maria Padilha, Arrepiada e todas as outras da Falange.
Salvem! Sete Saias, minha boa e gloriosa princesa, conheço a tua força e o teu poder, te peço atenda o meu pedido. Que (dcmc) não durma e não descanse se não tiver a certeza que estamos juntos, que o corpo de (dcmc) queime de desejo por mim. Que (dcmc) fique cega para outros homens que ela não consiga ver ninguém como homem, que outros homens nunca consigam chamar a atenção dela, somente eu terei esse poder. Que(dcmc) não consiga nunca ter desejo e nem fazer sexo com NENHUMA
outro HOMEM QUE NÃO SEJA EU. Que (dcmc) me assuma de vez em seu coração. Faça Maria Padilha Mulambo, Rainha das sete Encruzilhadas com que(dcmc) sinta-se bem só de ouvir minha voz E QUE ELA
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2018.01.13 16:16 IamnottheJoe Café. Como não amar?

Caras, vamos falar de café. Esse delicioso nectar que move o mundo. Ok, talvez nosso café, consumido aqui no brasil não seja o melhor, mas é ele que temos. Curto pacarai. Eu não consigo passar um dia sem. Hoje eu ganhei a ultima remessa do café colhido na roça do meu sogro. Delicioso. Tomo raramente para poder durar mais. Tem um gosto acentuado, forte. Outra coisa que tenho feito é reduzir cada vez mais o açucar. Antes era adepto do café bem doce, mas numa recente dieta tive que cortar e estou levando quase a zero.
Ja ouvi de uma guria que ela achava demais acordar e me ver de calça jeans, sem camisa, preparando o café e aquele aroma tomando conta do ambiente.
Faço meu café em um filtro de plastico e tenho comprado cafés mais caros para poder experimentar. O ultimo foi o Estrada Real da 3 corações. Não encontro muitas variedades nos mercados, e são minha única fonte, pois como sou muito duro, dependo do VA para aquisição.
To pensando seriamente em comprar uma cafeteira italiana. A minha ex, possui uma cafeteira francesa sensacional cara. O atual dela que lhe deu de presente e meu, que demais o sabor dessa cafeteira.
Eu possuo uma cafeteira expresso da Cadence, ha alguns anos, uso nos dias que o sono esta pegando pra valer. Na ultima vez, ela explodiu e tem café até hoje no teto da minha cozinha. Devo ter colocado errado a área do pó e tambem com excesso.
Acho que sou fã de café por ter tido gastrite por muito tempo e ficado impedido de bebe-lo. Fez uma falta fdp. Outra coisa que eu acho estranho é que talvez eu tenha adquirido alguma imunidade a cafeina, afinal não sinto tanto aquele up que dizem que ele dá. Red bull e afins tb parecem não ter efeito sobre mim. As vezes tomo café antes de dormir. Quando esta frio e eu chego do treino, é aquele banho quente e um café para sentir os musculos relaxarem.
Tenho uma lembrança gostosa de infancia, de acordar com o barulho do bule, no fogão a lenha, na casa da minha avó.
E ae galera, qual sua relação com o café? Tem dicas de boas marcas? Vamos papear po.
Abraços.
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2017.11.20 14:19 karmaonline1 Desabafo sobre alguém que namora mas ainda ama a ex-namorada

Calma, antes de descer o couro deixa eu começar essa história.
Esse é um dilema em que eu me encontro há mais ou menos 1 ano e meio, tendo terminado com minha ex há um pouco mais que isso. É simples mas é complicado: toda pessoa a qual eu me relacionei nesse meio tempo simplesmente não me fixou/me apaixonou/me convenceu de que eu conseguiria amar de novo, e na repetição desse ciclo (pelo menos 4 vezes), quebrei 4+ corações e ganhei o ódio gratuito dessas pessoas (por justa causa).
Os relacionamento que tive eram rápidos e tinham essa estrutura (inocente mas nem tanto):
1) Eu me mostrava a pessoa mais aberta do mundo para então conhecer a pessoa mais a fundo (na minha mente nada de errado nisso);
2) Descobrir que a pessoa não despertara em mim sentimentos tão profundos assim (após +- 1 mês de conhecimento);
3) Perceber que dali para diante não se construiria nada muito sério e (eu) decidir terminar o lance/relacionamento (enquanto a pessoa já depositara suas moedas em mim e eu acabando quebrando seu coração e sendo um otário).
Destes capítulos que vivi, 80% deles foram só um meio de tentar me provar o contrário do que meu coração diz, que é ainda ter uma grande caixa de memórias boas quanto a ela (a ex). Vida vai, vida vem, este ano conheci uma menina que viria a ser "mais uma" no quesito "tentar achar a pessoa ideal", e eu estive pronto a dar um fim a esse lance em determinados pontos do nosso conhecimento, mas, após +6 meses "juntos" a mistura de uma personalidade incrivelmente disposta a mudar para se adaptar ajudou a me manter junto a ela até o dia de hoje (ela é minha atual).
Problema 1: Cadê o amor? Enquanto ela já me ame a muitos meses (diz ela), eu acredito que ainda nem tenha chegado nesse ponto. Sei que gosto dela, sei da personalidade cativante que ela tem, porém não sei se a amo justamente por já ter sentido um fervor muito mais grande quando se fala em amor, e sei que é muito mais do o "pouco" que sinto hoje quando a vejo.
Problema 2: O Retorno da Ex A minha ex soube desses meus sentimentos durante todo esses anos, mas não havia correspondido eles até então. Há pouco tempo, enquanto eu já estava no lance com a atual, ela me aparece em determinadas mensagens nas redes dizendo que "todo o sumiço dela serviu para ver que o único verdadeiro amor que ela já sentiu foi comigo". COINCIDÊNCIA? Ao ler isso, uma onda de felicidade me invade, coração acelera, quero contar pra alguém mas nem um melhor amigo poderia saber, infelizmente. Essa história fica ali por ora.
Problema 3: O Ultimato Ético Minha ex, como a boa feminista que é e percebendo a situação a qual eu estava fazendo minha atual passar (ela sabe da minha situação), delicadamente diz que quer que eu pense com carinho quanto a contar a verdade à atual. Basicamente, ela disse "decide se prefere ficar com a sua atual ou se prefere ficar trovando comigo". Ela é uma pessoa incrível, e esse desabafo dela provou isso, especialmente o que ela dizia quanto a "sempre me apoiar nas minhas decisões". Após esse cuspe na cara, era óbvio que as coisas não poderiam ficar assim.
Problema 4: Eu, o Cão-Covarde Seguindo a lógica de qualquer pessoa acompanhando esta história, falaria-se: termina com a atual e fica com a ex já que tu a ama. Pois bem, e ex mora em outra cidade, enquanto a atual aqui perto de casa. E o meu coração não quer de jeito algum magoar mais um coração, ainda mais o dela, que se dedica tanto por nós e eu vivendo nesse dilema de "queria te dar todo o sentimento do mundo, mas não consigo".
Minha decisão? Estou com a minha atual. Arrastando um relacionamento mediano com uma pessoa incrível que daria TUDO por mim (por nós) e me lamentando por não poder ser "o cara" que ela merecia. De certo modo "rejeitei" a única pessoa em que eu amei na vida (e de acordo com meu coração, ainda amo) pela atual, por não querer vê-la magoada.
São atitudes egoístas, machistas e inconsequentes as minhas, eu sei, e é por isso que venho aqui, para ser corroborado e que me ajudem a tomar alguma atitude frente à ilusão a que estou fazendo uma pessoa passar.
Observação: as pessoas aqui tratadas têm entre 22-25 anos.
Sim, estou com o coração na mão Sim, tenho consciência de que isso tudo é errado. Sim, quero fazer a atual feliz porque ela merece isso. Sim, quero estar com a minha ex pois ainda sinto nossa conexão.
Desculpem-me caso tenha ofendido alguém.
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2017.09.11 12:34 gilsonvilain Dorocaso — Corações de Areia

Dorocaso Corações de Areia
“Essas alegrias serão jogadas ao esmo. A areia vai consumir suas lembranças até a última gota, e quando não sobrar mais nada você vai virar areia.” Jochasta, rainha dos esquecidos.
De pé ele olhava para as nuvens no céu sem sentir seus pés. Caminhando eternamente sem destino, elas vagavam escuras e carregadas como ele nunca havia imaginado. O solo é engolido pelo breu e os escorpiões alaranjados saem da areia. Cavando e cavando, centenas de lacraus submergem do da escuridão, brilhando e batendo suas garras como soldados marchando para o combate. O medo lhe puxa pela espinha, mas suas mãos estão vazias. Ao longe uma sombra de luz surge na imensidão.
-Davi! A cidade chegou! Davi! Você ainda não acordou? –Disse Franz ao lado da porta. Seus cabelos loiros iluminavam demais para sua vista adormecida. Piscando com força seus olhos, devagar ele se esticava na cama de esponja até sentir suas articulações despertarem. –Hoje não é o seu dia de vender as beterrabas? –Como um soco no peito ele se levantou. O sol já se erguera, e ele ainda estava ali.
-Chuva! –Disse o rapaz se pondo de pé velozmente, apenas para sentir uma tontura e perder parcialmente a visão tendo que se apoiar nas paredes para se manter. Calçando os sapatos escuros e com cheiro engraçado ele se ergueu novamente. Desviando das pequenas lâminas curvadas no chão, ele achou seu caminho até Franz.
-Eu e o Caiou já colocamos as caixas no Sableridge, até que horas você ficou afiando as talons? –Disse o Franz cedendo espaço para que Davi passasse correndo para as escadas. –E não esqueça de comprar um filtro novo para o reservatório!
Subindo as escadas como um lobo atrás de sua presa, Davi vê de relance Seth, Nami e Gilli sentados na mesa da cozinha. –Até as crianças já estão acordadas e eu aqui. –Subindo as escadas enquanto afivelava o cinto marrom, ele se voltou para a janela, olhando ao fundo a grande cidade cinzenta parada no deserto. –Mau dia! –Disse ele pegando a máscara azul presa na parede ao lado do espelho retangular e a colocando em seu rosto. Apertando o fecho e pressionando o único botão em sua lateral, ela se acendeu em um branco fraco. –Ah não!
Olhando a lateral do respirador ele passou o dedo por cima de pontinhos roxos que cercava o gradeado da máscara. Com o polegar pelo lado de dentro ele pressionou o puxador, fazendo as grades se abrirem e liberando a película tomada por centenas de micro pontos que variavam de roxo até rosa fraco. Davi abriu o armário de metal embaixo do espelho deixando que uma brisa gélida saísse. Colocando a película para dentro, fechou a porta e acertou o tempo para quinze segundos. Olhando novamente o espelho ele notou várias manchas de sangue coagulado em seus ombros e braços. Davi deu a volta e foi até a impressora amarelada de sujeira. Pressionando o menu ele selecionou a cor, comprimento da manga e por fim o tamanho, fazendo que a máquina emitisse um som agudo e constante ao passo de que o armário embaixo do espelho soou três apitos seguidos. Retirando a película sem luvas Davi sentiu como se seus dedos fossem derreter, só então sentindo o real frio quando encaixou a lâmina branca de volta na máscara. Vestindo a camisa bege de manga comprida, ele religou o respirador que se acendeu em um branco forte.
Fechando a porta de trás e abrindo a da frente ele foi em direção ao Sableridge. Vários arranhões circundavam o veículo encouraçado, as duas esteiras frontais estavam gastas mas não chegavam ao nível de desgaste dos pneus traseiros. Estes foram remendados tantas vezes que Davi já não sabia se eram feitos de borracha ou de remendo. A lataria perfurada era estrategicamente escondida pela sujeira e a lama viscosa das estradas. –As chaves! –Pensou ele batendo as mãos nos bolsos, só para perceber que não portava nenhuma. –As chaves! Gritou ele em direção a toca.
-Já estão dentro! - Disse Caiou do segundo andar. Davi Se aproximou do painel e ouviu o som de motor. Ele se voltou para Caiou e assentiu com a cabeça.
Poucas estradas cruzam em direção ao grande deserto. A pista de fogo sai da capital até o batalhão especial no sul, circulando o continente e passando por todas as grandes vilas. Usando areia vermelha para montar seus tijolos, a pista de fogo era o jeito mais fácil e seguro para aqueles que não possuíam problemas com o Armata. Ao seu lado muitas trilhas foram feitas ligando pequenas vilas até a pista de fogo, como galhos em um tronco. A estrada de pedra sai das grandes montanhas e se conecta com as estradas de terra, geralmente usadas por contrabandistas ou fugitivos, uma vez que não haviam patrulhas. Davi saiu da toca e seguiu em frente pegando a estrada de barro, o caminho que ele mesmo batizara, ligando a toca até a vila das palmeiras a oeste. Com uma agricultura rudimentar, a vila das palmeiras resistia apenas pela criação de roedores. Fáceis de alimentar eles eram a moeda de troca de algumas dezenas de famílias. De lá ele pegou a estrada de ferro, cruzando a floresta das almas até o grande deserto ao norte. Dali ele já conseguia ver as marcas de pneus na areia, sinal de que estava atrasado. Acelerando ele sentiu o veículo trepidar e perder força, mantendo o acelerador pressionado enquanto reduzia a marcha. Ainda assim a força havia indo embora, e ele seguiu até a pista de fogo na velocidade de um homem correndo. Devagar ele viu rasgando o deserto azul e branco. Mais de mil passos de largura, e outros oito mil de comprimento, com esteiras maiores que a vila das palmeiras, e com pistões mais fortes que dez mil homens, marchando para cima e para baixo, em um compassar estrondoso. Maciça e barulhenta, ela cavava com seus pistões exteriores descendo e subindo como um ferreiro batendo seu martelo, se enterrando mais fundo naquela areia sem dono, ela descansava enquanto ele se apressava. Apertando o pé contra o pedal e tentando aumentar as rotações, ele notou um grupo de pessoas segurando placas. Davi não conseguiu ler o que estava escrito, as manchas azuladas em suas peles tiraram sua atenção. Engatinhando pela estrada de fogo, ele rumou ao sul do titã encouraçado, seguindo outros veículos que jaziam estacionados ali.
Davi estacionou o sableridge ao lado de uma motocicleta de propulsão amarela. Algumas dezenas de veículos estavam ali, ainda assim Davi se surpreendeu com a baixa quantidade. Em temperaturas amenas, aquele pátio sempre estivera lotado de lanchas terrestres e caminhões. No porta-malas ele retirou as quatro caixas cheias de beterrabas, cada uma pesando metade de seu peso. Suas veias saltaram por entre a pele, e com um urro de vontade ele as ergueu caminhando lentamente até a entrada norte.
-Vento! Eu preciso ir até o templo das Lamentações! –Disse uma voz vinda de trás de Davi. Ele girou sua cabeça para procura-la mas no instante seguinte ela havia sumido. –Você tem um carro, pode me levar lá? –Disse a voz. Davi abaixou as caixas e conseguiu ver a moça a sua frente. Bem menor do que ele suspeitava, ela se erguia pouco a cima das quatro caixas deixadas no chão. Olhos cinzentos e lábios fartos, ele não conseguiu distinguir mais nenhuma caraterística dela, além de sua barriga proeminente e arredondada.
-Eu estou indo vender beterrabas na vila. –Disse ele olhando seus braços finos e curtos. –Esse templo fica no norte, não acho que tenha alguém de lá por aqui. –Disse ele se abaixando para pegar as caixas.
-Você não entende, eu preciso ir lá! –Disse ela erguendo a voz e riscando a areia com seu pé.
-Eu entendo, mas agora eu não posso fazer nada para te ajudar. –Disse erguendo novamente as caixas e a perdendo de seu campo de visão.
-Você pode depois? –Perguntou ela com um tom mais doce. Davi começou a andar e não olhou mais para trás. –Vou te esperar aqui!
-Não foi isso que eu quis dizer. –Falou ele alto o suficiente para ouvir suas palavras ecoarem pela vastidão seca, mais baixo o suficiente para não ouvir resposta alguma.
Se arrastando para frente, uma moça de cabelos escuros e longos passou por ele, porventura as caixas ainda tapavam sua visão frontal, o impedindo de conseguiu ver seu rosto. Ele gostava da ideia de andar sem ser percebido. Ao seu lado as vozes vindas da cidade se intensificavam, o empurrando para frente. Ouvindo passos na areia, ele inclinou a cabeça para ver um homem baixo com uma barriga proeminente caminhando de mãos dadas com uma menina de cabelos alaranjados. Os escorpiões voltaram a sua cabeça, e ele desejou que Nissa falasse algo que o puxasse de volta, mas ela estava na toca.
-Chuva! Posso ajudar? –Disse o homem com turbante branco, portando uma máscara amarela e uma barba escura e rala. Davi abaixou as caixas e suspirou por um segundo relaxando os ombros. O homem flexionou os olhos e pequenas bolsas de pele surgiram em cima de suas bochechas.
-Chuva! Eu vou vender as beterrabas. –Disse ele esticando a mão em direção ao homem.
-Os vendedores de comida já estão localizados no setor dois, penso que não há mais espaço para estandes. –Disse o homem o olhando de queixo erguido.
-Eu me atrasei. –Disse Davi abaixando o braço e se aproximando. -Mas eu tenho uma reserva. –Disse batendo as mãos nos bolsos. -E eu conheço o prefeito. –Disse Davi gesticulando com suas mãos armadas em veias proeminentes enquanto ele abria os bolsos internos da camisa.
-Certamente que não conhece. –Disse o homem de turbante. –Uma vez que eu não tenho nem ideia de quem é você, e eu sou o prefeito; Alouite Seeiso. –Disse o homem dois palmos menor que Davi, erguendo ainda mais o queixo para cima. Davi desistiu de procurar a licença e coçando a cabeça.
-Eu deixei na outra camisa! –Percebeu ele olhando para o céu. -Na verdade o prefeito que eu conheço se chama Timothy, ele tem cabelos escuros, é magro e... –Disse Davi gesticulando as medidas com as mãos. –Alto.
-Ah. –Disse Alouite. –Esse é o segundo prefeito. –Disse abaixando a cabeça e apertando os dentes. –De qualquer modo eu sou o prefeito para os assuntos externos da vilavassoura. Eu cuido de quem entra e quem sai.
-Eu sei. –Disse Davi sorrindo por debaixo da máscara. –O Thimoty cuida da manutenção da vila, proteção das pessoas, educação dos jovens, tratamento dos enfermos, conserto das máquinas, contrata os seguranças. –Enumerou Davi olhando para as beterrabas ardendo no sol do deserto. –E o senhor cuida de quem entra e sai. –Disse Davi se mordendo para não o chamar de porteiro.
-Thimoty tem suas funções, eu tenho as minhas. –Disse ele se virando de costas. -E o período para alocação de novos estantes já se encerrou.
-Eu também preciso comprar um filtro. Já acabou o período de entrada de compradores também?
-Hum. –Disse o prefeito de turbante declinando o queixo e encarando os tubérculos. –Você entra, as beterrabas não.
-Tudo bem, quando eu encontrar um vendedor de filtros, eu peço para ele vir até aqui fora retirar o pagamento, o senhor toma conta delas para mim? –Perguntou ele levantando uma caixa e colocando aos pés do prefeito. O homem bufou mais forte e se voltou para recolocar a caixa em cima das outras. Buscando todas as forças de seus braços flácidos, o prefeito ergueu a caixa poucos centímetros do chão, soltando suas alças e voltando a ficar ereto.
-Leve isso daqui. –Disse Alouite ofegante.
-Obrigado senhor prefeito! –Disse Davi erguendo as quatro caixas e seguindo em frente para a o portão de acesso.
-Bem-vindo a vilavassoura. –Disse ele em um tom seco. –Espero vê-lo novamente. –Apertando os olhos e ajeitando o turbante.
O chão de areia afundava a cada passo de Davi. Jogando areia para trás, ele sentia que a cada passo andava menos. Pisando em falso sentiu a areia dar lugar a tábuas de metal. Forçando os joelhos ele subiu a entrada que se elevava pelo menos oito passos do nível do chão. A grande fachada esculpida em madeira e aço, dizia “Village de Balai Cinq”, vilavassoura em uma língua antiga. A gigante de aço possuía metralhadora automáticas acopladas a parte de dentro apontadas para o chão. Aportando e um lugar diferente a cada dois dias, a bordo ela levava mais pessoas que ele conheceria sua vida inteira. Mais cores de cabelo do que tons de céu, mais vozes do que mil autofalantes. O cheiro das comidas, mesmo passando pelo respirador, já encharcava Davi por dentro. Olhando para o arco de entrada, ele viu seis guardas carregando fuzis e ao seu lado um grupo de pessoas rodeando um grande homem de cabelos longos e encaracolados. Davi abaixou as caixas para conseguir olhar por cima, fazendo seus músculos guincharem por dentro, mas seguindo em direção as pessoas.
-Eles andam em caravanas. Centenas de milhares. Caminham até as vilas, e lá destroem tudo. Nada fica para trás, nem os habitantes, é terrível! –Disse a senhora de cabelos curtos usando uma camisa de flores brancas, combinando com sua máscara.
-Devem ter sido mandados pelos homens de sabão. Eles estão há décadas se alastrando pelo litoral. –Disse o senhor de máscara lilás com um guarda-chuva em mãos.
-Não são os homens de sabão, quando paramos na vila da pedra, um soldado me disse que eles comem as pessoas e usam os ossos como adereços, isso é coisa do povo vermelho! –Disse o senhor careca usando um roupão verde.
-Estamos seguros aqui. –Disse o homem no centro, rodando os dedos por entre os fios de cabelo que caiam por seus ombros. –Além disso, todos os relatos são de vilas no Norte. Não há nenhum indício que ela esteja marchando para cá.
-O bosque vermelho foi dizimado. A fumaça chegou até a capital. Quando a Armata foi para o socorro, só haviam cinzas. –Disse a senhora. O homem alto inclinou a cabeça atento a suas palavras quando no meio da multidão, algo pescou sua atenção.
-Com licença. –Disse o homem alto esticando o braço. –Davi?
Davi o olhou e sorriu, ganhando espaço em meio ao aglomerado, colocou as caixas no chão esticou a mão e apertando o antebraço do senhor.
-Chuva Prefeito! –Disse ele chacoalhando o braço e sentindo os dedos finos e longos se apertarem em sua pele.
-Veio vender amoras? –Perguntou o homem de pele clara e lábios roxos e esticados.
-Pretendia. –Respondeu Davi apertando os olhos e observando as beterrabas por um instante até retornar os olhos para o prefeito. Ao seu lado havia uma grande porta dupla de vidro que guardava o estreito corredor em frente, lotado de pessoas andando por entre as lojas. O prefeito girou sua cabeça na mesma direção e coçou o nariz pontiagudo.
-Vamos ver onde eu consigo colocar você. –Disse Timothy dando um tapa em seu ombro. Davi pegou as caixas nos braços e o seguiu enquanto ele entrava na antessala do tumulto. As vozes se mesclavam a multidão atrás do vidro, podia se ouvir tudo, mas nada se entendia.
-Não vi você aqui mês passado. –Disse o prefeito erguendo os braços enquanto a primeira porta de vidro se fechava. No mesmo instante um jato de fumaça quente e clara saiu do chão e inundou toda a parte enquanto o prefeito retirava o respirador. Alguns segundos depois a fumaça se esvaiu pelo teto e a segunda porta se abriu dando acesso ao corredor.
-Mês passado. –Repetiu Davi erguendo as caixas de madeira. –Deu um vazamento lá em casa, tive que desligar todas as saídas de ar, perdemos boa parte da colheita.
-Sinto muito. Suas batatas são ótimas, as cenouras nem tanto. –Disse ele espiando as beterrabas por entre as frestas da caixa. –Você teve mais alguma notícia do Colm? – Davi balançou a cabeça. A mão do prefeito veio ao seu ombro mais uma vez enquanto ele sorria olhando para o chão. -Já pode tirar o respirador. –Disse o prefeito olhando Davi. Cerrando os olhos ele abriu a boca por um suspiro e a fechou. –Eu esqueci, o Colm me contou, mas eu esqueci, desculpa. –Disse ele enquanto Davi erguia o ombro e coçava a cabeça.
Adentrando a multidão de pessoas andando por entre as lojas, o prefeito achava brechas entre os cotovelos e ombros para Davi passar sorrateiramente, avançando entre bolsas e mochilas, sua altura lhe forneci uma visão privilegiado do pátio interno. Alguns passos para frente e uma voz chamou “prefeito! ”. Thimoty se virou e viu um sujeito de pele escura com olhos vermelhos. Com os dedos o prefeito gesticulou pequenos círculos, voltando sua cabeça para frente e seguindo até a segunda parte sem se virar para trás.
-Aqui estamos! –Disse o prefeito olhando o círculo de vendedores sentados em frente a caixas de legumes. –Você vende amoras, amoras são como alfaces não? –Perguntou ele, jogando um cacho de cabelos para trás enquanto olhava para as alfaces.
-Os dois são plantas, mas acho que beterrabas entram mais na sessão de raízes. –Respondeu Davi.
-Hahahahaha raízes! Mas não vendemos árvores aqui, e o único estande que tem espaço é o da alface. –Disse ele apontando para as folhas verdes e crespas. Davi virou a cabeça, mas não disse nada, apenas sorrindo para o prefeito e colocando as caixas no chão. –Chuva minha menina! Qual seria o seu nome? –Perguntou ele piscando para a jovem de cabelos escuros sentada atrás das caixas da alface.
-Naya. –Disse ela entortando a boca e olhando Davi de baixo para cima. –Naya Avilis, senhor. – Seus cabelos se agrupavam em cachos pequenos e longos. O delicado nariz arrebitado apontava para Davi enquanto ela falava com o prefeito. Davi apertou os punhos para tentar sair do seu encanto, mas já tinha certeza que estava encarando a jovem a tempo de mais.
-Este menino tem problema. –Disse o prefeito em direção a Davi, que mesmo assim não tirou os olhos de Naya. –Ou teve um problema. Ele pode dividir o espaço com você hoje? –Perguntou se abaixando e analisando de perto as hortaliças.
A jovem olhou sem expressão para Davi, que corou em menos de um suspiro. Ela ergueu o braço e puxou ar para argumentar, mas virou a mão e o olhou de lado.
-Achei um lugar para você! –Disse o prefeito voltando a ficar de pé. –Vocês se acertam então, eu vou ali procurar algum nabo. –Disse ele sorrindo e andando em direção aos tomates.
-Com licença. –Disse Davi colocando as caixas roxas ao lado das verdes. –Eu me chamo Davi. –Disse ele esticando o a mão em frente. A jovem sorriu e apertou seu antebraço.
-Naya. –Repetiu ela cedendo espaço para que ele dividisse a caixa ao seu lado. –Você por acaso não tem nenhum anel de vilírdia, tem? –Perguntou ela observando um roxo no pescoço de Davi. Ele balançou a cabeça tapando o machucado com a mão direita. –Imaginei que não. –Disse ela erguendo a sobrancelha ao olhar o respirador branco. –Você já foi lá? –Perguntou ela enquanto Davi levantava as sobrancelhas e fazia um beiço com os lábios. –Eu nasci lá. Em Viliris. Você é daqui?
-Eu nasci no Norte. –Mentiu ele. -Uma vila comerciante. –Disse engolindo em seco e levando os olhos até o rosto dela. –Onde fica Vilirdis?
-Viliris. Você nunca ouviu falar? –Perguntou ela abaixando as sobrancelhas e erguendo as bochechas. –Eu saí de lá ainda muito pequena, mas ela fica no extremo leste, entre mares. –Disse ela erguendo a mão e gesticulando uma onda. –No encontro de três continentes, uma linha traçada nos oceanos, delimita a vida e a morte poente, a água dá início e fim aos planos, construindo a ferro e fogo; o tridente, E costurada através dos séculos; mil anos, surge no mar da primeira e última corrente, Viliris, a cidade com sangue dos tiranos, viva para sempre, Viliris, a cidade descontente. –Cantou ela abaixando a mão ao final.
Davi a olhou boquiaberto. Nunca ouviu da cidade, mas as palavras deixavam sua boca com pétalas se soltam de flores no outono. Sua pele lisa acendia entre o cinza das paredes. Seus olhos escuros puxavam sua alma para dentro, e ele já não tinha forças para segura-la. Suspirou fundo e balançou a cabeça.
-Ela fica... no mar? –Perguntou ele encarando as alfaces.
-No Nemo. –Disse ela tirando o cabelo da frente dos olhos. –O ponto mais distante da terra entre os três continentes. –Disse abrindo um tímido sorriso. –Um dia eu vou voltar para lá.
-Quanto pelas batatas rosas? –Perguntou o homem alto de cabelos castanhos curtos que se aproximara usando uma capa marrom e um colete escuro, com braçadeiras pretas que vinham até os pulsos, e duas grandes cicatrizes no pescoço.
-São beterrabas. –Disse Davi se levantando e pegando uma da caixa.
-Batatas, baterrabas, tudo a mesma coisa. –Disse o homem estreitando os olhos. Passando a mão por dentro do colete, ele retira uma corrente avermelhada e a entrega para Davi. –Doze batatas rosas? –Perguntou ele. Davi olhou para a corrente e esticou a mão para pegá-la. Passando os dedos entre os elos e olhou de volta para o homem.
-Oito. –Disse Davi. O homem passou a mão em outro bolso e retirou um pequeno brinco prateado e o colocou na mão de Naya.
-Doze. –Disse ele rangendo os dentes enquanto ela olhava para a joia. Davi se voltou para Naya que segurava o brinco em frente aos seus olhos.
-Doze. –Repetiu Davi assentindo com a cabeça. O homem retirou a mochila das costas e começou a escolher as beterrabas. Naya entregou o brinco a Davi que o segurou com as pontas dos dedos. O brinco imitava o formato de uma orelha, adornado de pequenas pedras azuis, ele formava uma ponta no topo. Voltando-se para o homem, Davi já não o encontrava a multidão de pessoas andando entre as vendas.
-Bonito esse brinco. –Disse Naya passando o dedo por sua ponta.
-Você quer? –Perguntou ele corado.
-Ele é seu. –Disse ela se afastando.
-Eu não uso brinco, ele iria ficar bonito em você. –Disse ele esticando a mão em sua direção. Ela o apanhou e colocou na orelha esquerda.
-Como ficou? –Perguntou ela.
-Sen... –Disse ele buscando ar nos seus pulmões. –Sensacional. –Completou sorrindo.
-Mas eu não te conheço, não posso aceitar um presente assim. –Disse ela desatarraxando o pingente.
-Não, é um presente. –Disse Davi esticando seu braço em direção as hortaliças e pegando uma folha verde e molhada. –É uma troca. –Disse ele mordendo a alface com força e empurrando o resto da folha para dentro da boca. Naya riu e colocou o brinco de volta.
Antes do sol chegar no topo, todas as beterrabas já haviam sido trocadas, ao passo que mais da metade das alfaces esperavam paciente nas caixas de madeira. Davi já havia aprendido sobre o período de Naya em Viliris, sobre o Vento, o barco de seu pai que havia cruzado todos os mares baixos da costa entregando tâmaras do oceano. Dos monstros antigos que ameaçavam os cargueiros a cruzar os estreitos de pedra. Do tempo em que Naya morou nas minas de marfim com sua tia, das aventuras nas montanhas azuis, de sua vinda até a vilavassoura. Davi podia ficar ali o ano inteiro a ouvindo falar.
-Eu moro em uma “casa” na floresta. –Disse Davi apoiado na borda da vila vassoura apontando para o horizonte. –Você continua por aquele caminho até a vila das palmeiras e vira para a estrada de barro.
-Eu preciso ficar aqui a tarde, você não volta amanhã? –Perguntou Naya olhando as árvores dobradas. Davi balançou a cabeça olhando para baixo. –Meu pai é dono de uma empresa de mineração perto daquela montanha ao sul. Talvez eu volte para visita-lo um dia. Se você me convidar para conhecer a sua casa, talvez eu aceite o sofrimento de passar um tempo com ele.
-Ele é mau com você? –Perguntou Davi se voltando para ela. Na parte de fora do mercado, os dois se escoravam na lateral da cidade de aço. Naya usava um respirador vermelho com azul. Davi pensou em sugar todo o ar do mundo só para poder ver seus lábios mais uma vez.
-Ele é ausente. –Disse ela olhando para a amontanha verde. –Desde que ele deixou o barco e criou raízes na terra, ele não tem tempo para mais nada.
-Se você quiser ir lá em casa, eu acompanho você até essa fábrica. –Disse ele sorrindo por debaixo da máscara.
-Gostaria de ver você tentar. –Respondeu ela o olhando no fundo de seus olhos. –Você é diferente Davi. –Ele se virou de costas para a borda da cidade se encostou com as costas e cotovelos.
-Diferente bom? –Perguntou ele inclinando a cabeça.
-Diferente, porque você tem tantos roxos pelos braços? –Perguntou ela se voltando para examinar os machucados.
-Ah isso. –Disse ele olhando para um grande hematoma no seu pescoço. –Você me acompanha até a toca, e eu te conto o que você quiser saber sobre mim.
-Hum. –Disse ela torcendo o lábio. –Isso é um encontro? –Perguntou ela erguendo as sobrancelhas.
-Não, isso é só uma conversa. –Respondeu ele observando o brinco em sua orelha esquerda. –Quando eu te ver de novo será um encontro.
-Me diga algo primeiro. –Disse erguendo as sobrancelhas. –Porque você entrou no mercado de máscara? –Os pelos nos braços de Davi se eriçaram e ele baixou os olhos, dando um passo para trás.
-Eu preciso ir. –Disse ele diminuindo em tamanho.
-Desculpa. –Disse ela. –Eu não queria...
-Não há nada por que pedir desculpas. –Disse ele se aproximando das caixas vazias deixadas no chão. –Eu não me importo tanto com isso. –Disse ele desengatando a fivela que prendia a máscara branca. Devagar ele a abaixou segurando a respiração. Engatando novamente suas pontas ele puxou o ar com dificuldade até o respirador se acender em branco. –Mas as pessoas olham muito quando eu fico sem. Por isso prefiro ficar com ela.
-Com quantos anos você saiu de lá? –Perguntou ela deixando que as lágrimas corressem soltas sem se importar.
-Eu não sei. –Disse ele sorrindo com os olhos. –Minha mestra me tirou de lá, eu conto meu aniversário a partir daí.
-Entendo. –Disse ela limpando os caminhos deixados pelas lágrimas em seu rosto. –Então, eu passo a vila das palmeiras e viro à esquerda?
-Esquerda de quem vêm, direita de quem vai. –Disse ele caminhando em direção a saída da vilavassoura.
-Eu vou mesmo hein. –Disse Naya passando os dedos no brinco esquerdo.
-Assim espero. –Disse ele erguendo a mão e a balançando no ar. –Chuva Naya de Viliris!
-Chuva Davi! –Disse ela já distante.
Caminhando até o sableridge com as caixas vazias, tudo o que Davi conseguia fazer era reviver em sua mente as lembranças que recém fizera. Entoando as falas e buscando por detalhes que havia deixado passar. Naya deixou seus olhos, mas não sua mente. O cheiro doce. Desejou poder sentir aquele perfume para o resto da vida, mas tudo o que tinha era ar filtrado.
Caminhando sem pensar, avistou o sableridge, agora com muitos veículos ao redor. Sem pressa ele depositou as caixas no seu porta-malas e deu a volta para ir embora. Entrando ele fechou a porta e esticou a mão para puxar o cinto, olhando para o lado e sentindo seu coração apertar tanto que poderia sair do lugar.
-Agora você me leva? –Perguntou a moça grávida sentada ao seu lado. Davi não gritou, mas sentiu sua alma tremer.
-O que você está fazendo aqui dentro?! –Perguntou ele soltando o cinto a abrindo a porta.
-Você disse que me levaria. –Respondeu ela afivelando o cinto.
-Não! Eu disse que... –Começou ele apontando seu dedo, só então tentando lembrar do que havia dito. As palavras se enrolavam em sua mente, mas ele tinha noventa por cento de certeza de que não havia dito aquilo. Olhando para dentro ele viu os olhos da moça se abaixarem enquanto ela erguia os lábios inferiores para frente. –Eu não vou para lá. Posso te deixar na vila das palmeiras, de lá talvez você consiga alguma carona. A moça concordou com a cabeça, e Davi reentrou no sableridge.
Dirigindo em silêncio para fora da cidade na areia, Davi notou quatro motocicletas estacionadas na entrada da floresta que dava caminho para a estrada de ferro. Olhou para os lados, mas não viu ninguém, decidindo por seguir em frente. Pensou que se tivesse com a Ajna, poderia rever seu rosto depois, mas com a incerteza das vilasvassoura, talvez tudo que restasse fosse aquela memória malformada ainda.
Acelerando em frente o veículo começou a falhar perdendo força. Reduzindo a marcha as esteiras forçavam o carro sem resultado. Duas motos de propulsão surgiram em meio as árvores retorcidas e tomaram a frente do veículo. Davi pisou o acelerador, mas as rotações não aumentavam, permanecendo pouco mais rápido que um homem caminhando.
-Ele não anda mais que isso? –Perguntou a moça olhando para o velocímetro no painel. Davi tirou os olhos do volante e examinou as marcas no chão, só então se voltando para ela.
-Peixe dado não se olha as ovas. –Respondeu pisando fundo no acelerador sem retorno. Ao longe um ronco começou a crescer. Olhando pelo retrovisor ele viu quatro motos se aproximando.
-Talvez eles possam ajudar. –Disse ela olhando com seus olhos cinzas pelo retrovisor.
-Você conhece eles? –Perguntou Davi olhando os quatro homens descerem das motos com armas em mão. Ela balançou a cabeça se apertando para trás. Parando ao lado da porta do carro, um homem a apontou um revólver para Davi. Segurando o volante com mais força e retirando o pé do acelerador, o carro morreu.
-Sai todo mundo! –Disse o homem do lado de fora. Davi olhava fixamente para a moça. Respirando forte ele não sabia como havia sido tão ingênuo. Claramente ela conhecia eles. O velho truque da laranja que prepara o terreno para seus amigos. Seu sangue fervia em suas veias, e ele sentiu vontade de dar um soco naquela barriga falsa. Mas aquela arma era o problema principal, por enquanto
-Calma amigo, a gente só quer o que você ganhou lá dentro. –Dizia outro homem de ombros largos e cabelo curto, usando um respirador azul escuro, ao lado da porta do carona. Suando frio, ele não ousou olhar para o porta-malas, onde todo o seu ganho daquela manhã estava guardado.
Davi respirou fundo e retirou o cinto de segurança, apertando o botão vermelho abaixo do volante antes de ser puxado pela fora pelo homem que se agarrara ao seu pescoço, o jogando no chão. O homem careca se aproximou e começou a dar tapas nas pernas e braços de Davi que tentava se recompor.
-Limpo. –Disse o careca se afastando.
-Se vocês continuarem assaltando os clientes da vilavassoura, eles vão apenas parar de vir aqui. –Disse Davi olhando o homem de máscara azul enquanto outros dois entraram no sableridge revirando os bancos em busca de algo. A grávida estava em pé do lado de fora segurando sua barriga falsa.
-A gente segue ela, problema nenhum, sabe. –Disse ele fixando os olhos escuros em Davi. –Mas pelo visto você já tem um costume de ser assaltado, sabe. –Disse ele olhando para os roxos nos braços de Davi.
-Mais ou menos. –Respondeu ele olhando para trás. Um distante ronco de motor vinha em direção a estrada de fogo. Davi só conseguia pensar em quanto odiava surpresas.
-Tem uma luz piscando aqui dentro. –Avisou o homem de barba grisalha de dentro do carro.
-Você chamou alguém? –Perguntou o homem de azul dando um tapa no rosto de Davi. –Eu queria fazer as coisas sem violência, mas vocês sempre pedem, sabe. –Disse ele puxando a arma de trás das costas e apontando em direção ao barulho.
-Não chamei ninguém. –Disse Davi vendo no horizonte um veículo preto se aproximando, enquanto sentia seu rosto esquentar. Davi estava tão confuso quanto eles, o carro parecia ser de Thimoty. O homem deu-lhe mais um tapa com as costas da mão e Davi caiu de joelhos segurando a máscara. Do chão ele viu o assaltante disparar uma saraivada de balas em direção ao carro, fazendo que ele virasse para o lado e batesse em cheio a uma árvore, levantando uma nuvem de areia.
Thimoty, aquele era o carro do prefeito. Rodas prateadas, capô adornado em madeira. O que ele estaria fazendo ali, se perguntou no chão.
-O que a gente faz Tellius? –Perguntou o homem careca.
-Vá ver quem está lá! –Urrou o homem de azul apertando os dentes. Correndo em direção ao carro preto, um vulto abriu a porta e saiu mancando escorando-se nas árvores.
-Quem vem lá? –Perguntou o homem careca apontando seu revólver. Uma voz doce veio em resposta, atiçando os nervos de Davi ao máximo.
-Naya. –Disse ela erguendo as mãos enquanto o homem se aproximava.
Davi olhou para cima ignorando a conversa entre os dois. Procurando no céu, ele ainda não havia encontrado nada.
-Não vai chover hoje não garoto. –Disse o homem de azul rindo em pé a sua frente. –Tragam a menina, tenho um amigo que pagaria bastante por ela, já essa grávida aí...
-Não é chuva que eu espero. –Disse ele vendo um risco no céu.
O homem abaixou o rosto para olhar novamente para Davi, sendo surpreendido por uma cabeçada em seu estômago. Davi se levantou e subiu em cima do carro gritando “Aqui, aqui! ”. O risco no céu voava rápido e ao se aproximar largou uma grande caixa de metal em cima do veículo, balançando sua estrutura e levantando uma grande nuvem de poeira e detritos.
-Maldito! –Disse o homem de azul no chão com uma mão na barriga e a outra tapando os olhos contra a poeira. –Eu vou te picar inteiro e te jogar para os peixes, sabe! – Ao seu lado a grávida corria para dentro da floresta em direção a vila das palmeiras.
Davi pulou em cima da caixa e ela jogou uma forte luz esverdeada que o varreu por completo em menos de um piscar de olhos. A caixa abriu as laterais, saindo lâminas longas que se encaixaram nos pés de Davi, subindo o tornozelo, joelhos até se prender completamente nas duas pernas. As lâminas se prendiam desordenadamente, se arrastando entre si até encontrarem o seu encaixe. Davi pulou para frente a caixa se ergueu em seu próprio eixo, encaixando uma camada de lâminas nas suas costas, correndo o metal até os seus braços, cobrindo cada parte do seu torso. Ele se virou para trás ouvindo um tiro, rapidamente pegando o elmo prateado com um círculo azul claro no meio. Ajeitando em sua cabeça, ele se voltou para olhar os homens ainda confusos pela nuvem de poeira.
Investindo em frente, Davi passou as lâminas das mãos pelas costas do braço do homem de azul, fazendo seis pequenas e rápidas incisões em seu braço direito, enquanto contornava por trás, golpeando as pernas do homem sem reação. A lâmina fina penetrava a carne como um graveto penetra a areia. Entrando e saindo, ele costurava uma trilha de pequenos furos que passavam a pele e se enterravam até ele sentir um desengate interno. Indo para dentro do carro, Davi golpeou os dois invasores dezenas de vezes em pontos entre as costas e a barriga, sem derramar uma única gota de sangue. Com a poeira baixando ele conseguiu ver ao longe o homem careca apontando a arma para Naya, tremendo como um galho fino em frente ao furacão. Jogando a arma no chão, ele correu para trás, em direção ao grande deserto.
-Meus braços, o que você fez com os meus braços?! –Perguntou o homem no chão. Davi se aproximou emitindo um som de lâminas de metal se arrastando umas nas outras. Davi já estava cansado, e aquela armadura facilmente pesava o dobro das caixas de beterraba.
-Meu juramento me proíbe de matar qualquer um que não esteja no mesmo nível. Eu só cortei todos os tendões dos seus braços, você não vai mais usa-los. –Disse Davi retirando o elmo. –Mas o juramento não fala nada sobre abandonar moribundos. –Disse Davi passando a lâmina da mão esquerda por entre a tira que prendia a máscara azul do sujeito. Pegando-a com a mão Davi a colocou em cima da mão imóvel do homem no chão. –Sua máscara está aqui, é só a colocar de novo. Mas prenda a respiração, o ar daqui não faz muito bem, sabe?
-Desgraçado. –Disse o homem selando os lábios e amaldiçoando Davi com os olhos.
Se atentando aos sons, ele sentiu uma fisgada lhe puxar a direita, recolocando o elmo. “Nissa? ” Perguntou ele sem voz. “Três ameaças neutralizadas. Um suspeito está correndo em direção ao grande deserto a 2,759 metros por segundo. ” Ele sorriu ao ouvir a voz dela em sua mente. “Como elas estão? ” Perguntou ele se virando para olhar Naya. “Uma sofreu arranhões e uma provável contusão no lobo parental. A outra sofreu um tiro no tornozelo, está perdendo sangue. ” Davi girou seu corpo para olhar a grávida no chão se arrastando, esticando no chão uma linha vermelha que a separava de seu pé direito.
-Você é um... –Disse Naya se aproximando mancando com um filtro em mãos. Davi se voltou para ela e retirou novamente o elmo, pressionando o círculo azul claro em seu centro. A armadura de lâminas se soltou e caiu no chão desmontada. -Você é um alado!
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2017.01.10 11:37 ebaroni83 A beleza da liberdade de expressão na internet no mundo globalizado, mesmo quando envolve mortes com sofrimento, barbárie prisional e muros (reais ou fictícios)

Recentemente, com decapitações, corações arrancados (literalmente) e desmembramentos de rivais em penitenciárias brasileiras, muitos de nós chegamos a conclusão que nós brasileiros provavelmente temos o pior sistema carcerário do mundo.
Muitas vezes nós também achamos que violência contra mulher (atual label modinha para isso é misoginia) é algo que ocorre só por aqui (e em países de cultura árabe, pq árabe == terrorista para muita gente).
Daí por acaso encontro isso aqui...
Resumo da notícia: japonês de 41 anos, ex-editor de Attack on Titan (mangá, anime e game japonês, altamente polêmico e altamente filosófico, mas é também desconfortável para a maioria das pessoas) é preso por suspeita de matar sua mulher de 38 anos por enforcamento. Há pequenas marcas no pescoço dela que indicam morte por asfixia.
Resumo sobre o que é Attack on Titan: A humanidade está acuada e perdeu mais de 90% de seu território para criaturas estranhas e gigantes, conhecidas como Titãs. Todas as pessoas que ainda vivem no mundo moram atrás de enormes muros, que não permitem a entrada nem saída de ninguém (exceto alguns poucos do governo). Não muito diferente de um enorme presídio travestido de cidade.
Apesar de décadas de paz, os Titãs resolvem atacar, com uma brutal violência: uma Titã come a mãe do protagonista já no primeiro episódio, com direito a desconfortáveis barulhos de ossos e cartilagens sendo estraçalhadas com as mordidas da Titã, com gritos de dor da mãe morrendo na frente do filho. A Titã mostra uma face que mistura apatia, irreverência e talvez até uma sórdida felicidade, o que deixa a cena ainda mais dramática. Mais: Os Titãs fazem isso só porque eles podem. Eles não precisam se alimentar. (E isso é só o primeiro episódio)
Ah! Quase esqueci. A única forma de matar Titãs é danificando o pescoço deles (ou mais especificamente, a nuca)
Mini-spoilers: Um governo corrupto está por trás de tudo isso, mas as pessoas comuns, e mesmo as mais influentes, nem imaginam que existe esse projeto secreto e bizarro do governo, sabe-se lá com qual finalidade.
Esse anime japonês não é tão novo; na verdade as primeiras temporadas e o mangá já devem estar quase completando 5 anos. Mas parece que nunca foi tão atual. Vale a pena comparar a arte original com essa montagem com o Trump no muro
Isso por si só já renderia um bom tópico né? Mas...
Voltando ao primeiro parágrafo, onde mencionei a atual crise penitenciária brasileira, e descendo a página da reportagem linkada acima até os comentários, finalmente chego ao ponto que queria expor e que dá razão ao titulo desse post.
Comentário do User 1: É, não acho que esse cara vai fazer qualquer outra coisa a não ser ficar na cadeia falando sobre como ele foi o primeiro editor de Attack on Titan.
Reposta do User 2: falar sobre como ele foi o primeiro editor de Attack on Titan enquanto leva piroca no rabo. Não se esqueça da sodomia [nas prisões].
User 3: Talvez você não saiba, mas além de vocês selvagens americanos, nenhum outro país faz isso. Caras na prisão [em outros países] não ficam fodendo o cu um do outro.
User 4: Não julgue todas as instituições prisionais se baseando apenas naquelas [dos Estados Unidos] da America. Porque essas tão completamente fudidas em todos os aspectos.
(Comentários originais estavam em inglês.)
Há!
Obviamente esses caras nem ouviram falar das merdas (recentes ou não) do sistema carcerário por aqui na terra da jabuticaba.
Mas é curioso e irônico como vários deles vêem o sistema carcerário norte-americano, que para nós é praticamente um exemplo de boas-práticas a ser seguido, como uma grande merda ferrada e quase sem solução.
Já tá enorme esse texto, então concluindo.....
O que é pior para um bandido preso? E para a sua família e amigos?
Ter o preso morto, decapitado e esquartejado, como temos aqui no Brasil?
Ou ter o preso sodomizado constantemente, como "só tem nos EUA"?
submitted by ebaroni83 to brasilivre [link] [comments]


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